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A partir de 2020 as nossas fronteiras vão estar abertas ao nível de ratificação do acordo livre do comércio

"comércio é o ponto focal”,  afirma Director do Comercio de S. Tome e Príncipe , Eduardo Armando.

 31 Outubro 2019 O Acordo de Livre Comércio Continental Africano é conhecido pela sigla AfCFTA, em inglês. O instrumento tem como principal objectivo estimular o desenvolvimento dos países do continente, ampliando o acesso a mercados de nações vizinhas.

O Director-Geral do Comercio de S. Tome e Príncipe, Eduardo Armando, procedeu o enceramento do ateliê de trabalho sobre “ Capitalização de Oportunidades da Zona Livre do Comercio Continental Africano”. Durante a cerimónia fez uma breve declaração, Destacou ainda como prioridade do Países tirar o proveito do acordo livre do comercio africano.

As questões relacionadas com adesão do comércio no continente africano, o país já assinou o acordo em 2018, agora já foi ratificado o acordo, significa dizer ao nível do comércio as mercadorias a partir de 2020, as nossas fronteiras vão estar abertas, "é preciso nós começarmos a preparar o país para adoptar as estratégias de como tirar o proveito e como atenuar os efeitos negativos”, disse o Director do Comercio de S. Tome e Príncipe no encerramento do ateliê.

 

“O objectivo do seminário, é informar aos participantes a existência do acordo, que criou a zona do livre do comércio no continente africano”, disse.

Eduardo Armando considera de "positivo" o ateliê de trabalho sobre “ Capitalização de Oportunidades da Zona Livre do Comercio Continental Africano”, afirmando que mais de 90% da participação das pessoas no ateliê foi razoável. O director do Comercio reconheceu que as mensagens foram passadas e argumentou que ao nível do debate neste seminário “significa de facto que pelo menos se aperceberam a existência do acordo”.

Eduardo Armando recordou  que a reunião referente ao processo da negociação postulou-se da necessidade da realização de um estudo para ver como é que os pequenos estados insulares, como S. Tome e Príncipe, Cabo verde, Comorque, Seicheles, podem tirar proveitos nesse processo de integração regional, sublinhando “ porque este acordo é um acordo continental, que dadas as nossas especificidades estamos muito distante do continente e muitas das vezes há muitos projectos a nível do continente que por exemplo a nível de energia, estrada que não é fácil de atingir as Ilhas”.

 

Para este responsável, o estudo vai ser realizado com o recurso dos escritórios das Nações Unidas da Comissão Económica para a África que vai financiar o estudo pois tendo afirmado “nós queremos informar as pessoas que esse estudo vai ser realizado e  que há necessidade de uma participação activa desses sectores de forma  que o país possa tirar melhor proveito do ponto do livre do comercio do continente africano”, disse

O director do comercio defendeu objectivo de S. Tome e Príncipe ao entrar nessa zona, que  ao mesmo tempo potencializar aquilo que “nós somos fortes a fazer para tirarmos o melhor proveito dessas oportunidades, porque isso é um mercado que nos aparece a frente”, afirma .

Eduardo Armando contactou a transversalidade do sector do comércio, dando exemplo “ todo o que se produz para quando se vende é o comércio, agricultura produz para vender é com o comércio, a indústria produz para vender, é com o comércio, o sector do serviço por exemplo a CST, quando produz a internet, telefone, quando vende é com o comércio. Então, este responsável sublinha “há necessidade de criarmos um comité nacional onde esteja representado todos esses sectores relacionados com o comércio de forma fazer face a esse processo de negociação, porque o comércio é o ponto focal”.

A este propósito informou que o comércio não pode falar de agricultura, a indústria, o turismo, então através do comité criando em 2011, vai ser reactivado para que no primeiro trimestre de 2020 começar a convidar todos os sectores para estarem presentes, para debater mediante uma plataforma de coordenação.

O. Soares  

 

 

 

   
 
 

 

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