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Banco Central são-tomense coloca novas notas em circulação, mais seguras

 

O Banco Central de São Tomé e Príncipe anunciou que serão lançadas no sistema financeiro do país, novas notas de 5, 10 e 200 dobras (moeda local) que "incorporam elementos de segurança sofisticados e resistentes a contrafação".

As novas notas de dobra serão lançadas no sistema financeiro são-tomense a partir de 26 de agosto, refere um comunicado do Banco Central de São Tomé e Príncipe (BCSTP) divulgado sexta-feira.

 

A instituição explica que "as notas de 5 e 10 dobras atualmente em circulação, não se adaptaram às características climáticas de São Tomé e Príncipe, tendo apresentado um desgaste acelerado, e pondo em causa os seus elementos de segurança". São notas que fazem parte da denominada "nova família da dobra" que entraram em vigor no país em 1 de janeiro de 2018.

O regulador financeiro de São Tomé e Príncipe "decidiu produzir as novas notas em papel algodão, com um 'design' semelhante às anteriores, mas sem janela transparente, e com o reforço das características de durabilidade e resistência".

 

A substituição das notas de 5 e 10 dobras "será feita gradualmente por um período de co-circulação de até dois anos", explica o comunicado do BCSTP.

 

Outro comunicado da instituição, refere que também em 26 de agosto, "serão postas em circulação novas notas de 200 Dobras, em substituição das antigas que foram recolhidas em 2019, por irregularidades que comprometiam a credibilidade e a segurança do Sistema Financeiro Nacional".

 

"As novas notas de 200 dobras, apresentam um design completamente novo, e incorporam elementos de segurança sofisticados e resistentes à contrafação", lê-se no comunicado, onde o Banco Central de São Tomé e Príncipe, apela à população "para o bom uso e preservação das referidas notas, de forma a assegurar a sua maior durabilidade".

 

Em abril as autoridades financeiras são-tomenses inauguraram um novo sistema de pagamento automático que passou a permitir o pagamento com cartão VISA. Na altura o Governador do BCSTP, Américo Barros considerou que a possibilidade de pagamentos com o cartão VISA "poderá impulsionar o turismo e outros serviços" e ajudar o país "a angariar mais divisas necessárias para alavancar o desenvolvimento económico e social".

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