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Hélia Correia recebe Prémio Guerra Junqueiro na 5ª edição do FFIL - Freixo Festival Internacional de Literatura  3 e 4 de setembro 2021

         

Nos próximos dias 3 e 4 de setembro, Freixo de Espada à Cinta acolhe a quinta edição do FFIL – Freixo Festival Internacional de Literatura, um evento de referência cultural para a literatura em língua portuguesa.  Guerra Junqueiro, natural de Freixo, é patrono deste evento e dá o seu nome a um prémio que pretende destacar, todos os anos, autores que, de alguma forma, reflitam a sua influência, pelo compromisso e pela importância que o escritor e diplomata foi no seu tempo.

O Prémio Literário Guerra Junqueiro 2021 é atribuído à escritora Hélia Correia, também ela uma influência de Guerra Junqueiro tanto na parte literária, na sua poesia e no discurso poético da sua obra, como nas convicções políticas que sempre entusiasmaram estes grandes nomes da literatura nacional.

  ‘O legado de Guerra Junqueiro é e continuará a ser uma fonte de inspiração para a formação de muitos poetas e escritores do século XX e XXI. E enquanto assim for, podemos celebrar em pleno a língua portuguesa. O Prémio Literário Guerra Junqueiro, que em 2020 foi alargado à Lusofonia, é um importante contributo para um movimento criador de uma união cultural lusófona e responsável’, reitera Avelina Ferraz.

O Prémio Literário Guerra Junqueiro Lusofonia São Tomé e Príncipe 2021 foi atribuído e entregue ao escritor Albertino Bragança, em maio, na Biblioteca Nacional daquele país. No próximo dia 2 de outubro, será a vez de Vera Duarte Pina, escritora vencedora de Cabo Verde, que, no dia do seu aniversário, receberá este Prémio, na Cidade da Praia.

São ainda vencedores em 2021, Abraão Bezerra Batista, do Brasil; Abdulai Sila, da Guiné-Bissau; Luís Carlos Patraquim, de Moçambique; Agustín Nze Nfumu, da Guiné Equatorial; João Tala, de Angola e Xanana Gusmão de Timor-Leste.

"Freixo Festival Internacional de Literatura - FFIL reflete o ideal que prosseguimos, e a missão que nos cumpre, enquanto administração autárquica, fazedora e mobilizadora de causas. Acresce ainda o cruzamento com todas as nações que têm o português como a sua língua mãe, onde cabe a atribuição do Prémio Literário Guerra Junqueiro para a Lusofonia." revela Maria do Céu Quintas, presidente da Câmara de Freixo de Espada à Cinta e anfitriã do Prémio Guerra Junqueiro em Portugal.

Instituído desde 2017, em Portugal, o primeiro prémio foi atribuído a Manuel Alegre, seguindo-se Nuno Júdice, em 2018, José Jorge Letria em 2019 e Ana Luísa Amaral, em 2020. Hélia Correia é a laureada 2021.  Em 2020, nos restantes países da Lusofonia, o Prémio foi atribuído a Lopito Feijóo, Angola, Raul Calane da Silva, Moçambique, Sidney Rocha, Brasil, Olinda Beja, São Tomé e Príncipe, Jorge Carlos Fonseca, Cabo Verde e Tony Tcheka, Guiné-Bissau. Em 2021 o Prémio reúne escritores dos nove países da união lusófona.

Sónia Rodrigues