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São Tomé: Fundação Micondó mobiliza ajuda para enfrentar situação de calamidade

São Tomé e Príncipe está em estado de calamidade durante quinze dias depois das chuvas que se abateram no país a 28 de Dezembro. De norte ao sul, a ilha de São Tomé vive uma situação de calamidade que ultrapassa a capacidade de intervenção das autoridades.

O governo são-tomense pediu ajuda à comunidade internacional para enfrentar as dificuldades que a população está a sentir, sobretudo nos distrito de Água Grande, Lobata e Lembá.

Varias pontes desabaram, há estradas cortadas populações isoladas sem comida, luz nem água potável. O país está parado. Em Marselha, o telefone do cônsul honorário, Jean Pierre Bensaid, não pára de tocar com pedidos de ajuda.

Java, é o nome de uma Roça localizada no centro da ilha de São Tomé. Situada a mais de 15 quilómetros da cidade da Trindade, capital do distrito de Mé-Zochi.

Java era um dos grandes produtores de cacau da região. Para além do cacau, árvores de enorme valor comercial.

A independência de São Tomé e Príncipe, proclamada no dia 12 de Julho de 1975, deu a Java um jardim-de-infância e uma escola primária com o tempo deteriorada. A Fundação Micondó foi fundada há dois anos por Jean Piérre Bensaid, cônsul de São Tomé e Príncipe em Marselha, escolheu a Roça Java, são 116 hectares de terra cultivada, para desenvolver projectos de desenvolvimento sustentado com impacto nas comunidades da região.

A escola primária até ao sexto ano de escolaridade foi reabilitada e o sistema de água potável foi tratado e recuperado. O grupo Calema é colaborador da Fundação Micondó, no projecto de recuperação de Java.

 

A Fundação Micondó foi criada em Dezembro de 2019 com o objectivo de ajudar a população rural do país através da reabilitação de uma plantação abandonada. Um projecto solidário de desenvolvimento
em São Tomé.

RFI