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As Mudanças Climáticas em São Tomé e Príncipe

O HOMEM DEVE ADAPTAR-SE E  PREVENIR-SE  PARA AS CONSEQUÊNCIAS DAS MUDANÇAS  CLIMÁTICAS 

·       Defende o técnico José Luís Onofre,

do Instituto Nacional de Meteorologia

 01 Abril 2019 Os fenómenos climáticos, como a chuva, a seca, o calor e o frio exagerados estão a deixar o mundo inteiro muito preocupado. Em S.Tomé e Príncipe alguns desses problemas, como a diminuição da quantidade de chuva e do caudal dos rios estão a criar problemas sérios à agricultura em particular, à economia do país e ao meio ambiente.

Para o técnico José Luís Onofre  é urgente redobrar os esforços nacionais de prevenção e sensibilização dos cidadãos sobre este assunto, disse acrescentando serem reflexos das alterações climáticas.

O técnico José Luís Onofre reconhece como prioritário “O papel do Instituto Nacional de Meteorologia na observação e disseminação de informações meteorológicasde modo a ajudar os cidadãos a mudar de comportamento e a se protegerem antes que seja tarde.

Sobre a dura realidade das Mudanças Climáticas em S.Tomé e Príncipe ”temos a precipitação que tornou-se irregular, com tendência a diminuir cada vez” se comparada com os últimos dez anos, constatou o técnico José Luís Onofre.

Já que ”o homem não consegue parar os fenómenos meterológicos” (…) “deve adaptar-se”, adverte o nosso entrevistado, esclarecendo que, ao não poder travar os fenómenos, deve sim mudar de comportamento e adaptar-se às consequências das mudanças climáticas em todos os sectores da vida do país.

Este técnico do INM reconhece que o país já dispõe de meios técnicos de alerta e de quadros técnicos qualificados para lidar com tais fenómenos, sobretudo para a prevenção e alguns aspectos da mitigação através de alertas precoces e medidas de adaptação apropriadas aos fenómenos climatéricos alterados.

Sobre o mecanismo de acompanhamento das mudanças climáticas, José Luís enalteceu o processo que vai desde à recolha de dados até a sua divulgação, registando valores e fazendo observações feitas que, “servem de referência e as para os diferentes sectores” que, segundo este especialista, se baseiam em “previsões que são disseminadas através da Rádio Nacional e pela CONPREC, os principais parceiros de divulgação”.

Ao finalizar a nossa entrevista, o técnico José Luís Onofre informou-nos de que os progressos conseguidos pelo INM no domínio técnico devem-se a parcerias, “através de projectos, como o do sistema de alerta precoce e de protecção das zonas costeiras”, adiantando que é neste quadro que se inclui o CONPREC, (Conselho Nacional de Prevenção e Resposta a Catástrofes), que através dos Comités Locais de Prevenção criados têm contribuído para melhorar o estado de alerta das populações aos fenómenos climáticos extremos.

Octavio Soares  

 

 

 

   
 

 

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