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Educação Ambiental

GOVERNO PROMOVE FORMAÇÃO PARA

COMBATE E MITIGAÇÃO EFEITOS DE

MUDANÇAS CLIMÁTICAS

 

 08 Abril 2019  Agrava-se em todo mundo os desastres ambientais em consequência da actividade humana. E a questão pertinente é saber como combater os danos provocados ao ambiente pelo ser humano devido ao desconhecimento por falta de educação ambiental. Educar os cidadãos para que todos possam contribuir para travar a degradação e proteger conscientemente o ambiente são os grandes desafios dos nossos tempos.

A Educação Ambiental é uma disciplina moderna e cada vez mais, muitos países têm convertido em disciplina obrigatória nas escolas e dedicado muitas horas em programas de rádio, televisão e nas redes sociais. O objectivo é sempre o de habilitar os cidadãos para enfrentar problemas ambientais e cuidar da conservação e preservação dos recursos naturais de modo a serem usados de forma sustentável.

Na entrevista que nos concedeu, o director de Ambiente de Tomé e Príncipe, Lourenço Monteiro, mostrou-se muito preocupado com a situação do ambiente no país. Defendeu, por isso, que deve ser incentivada uma participação activa de todos os santomenses na consciencialização da gravidade das mudanças climáticas, da necessidade da preservação e da urgência da conservação do ambiente.

Segundo Lourenço Monteiro, já há sinais visíveis da compreensão da situação de emergência ambiental, adiantando ser esta a razão que está na origem da criação da Direcção sob a sua gestão, nomeadamente para atender a questões de estatística e de educação ambientais.

A adaptação e a mitigação” são, para o director Lourenço Monteiro, um bom sinal de orientação para que cada um possa assumir um papel no esforço conjunto nacional. O nosso entrevistado explicou a necessidade de se adaptar as mudanças já existentes no ambiente e ao mesmo tempo evitar novos danos a natureza, para a travar o agravamento das consequências climáticas. Defende, por isso, o esforço em curso para mitigar os efeitos negativos da actividade humana na natureza.

Nas palavras de Lourenço Monteiro, apesar de S. Tomé e Príncipe não ser um país industrializado, não deixa de sofrer as consequências dos efeitos de estufa, provocados pela emissão para atmosfera e conservação de gazes resultantes da queima de combustíveis.

O actual director do Ambiente, afirma, na sua entrevista, que o país não está apenas preocupado com as emissões de gazes, mas também e, sobretudo, com as consequências de abate indiscriminado e excessivo de árvores. Daí que para este responsável se justifica “o nosso papel de educar para fazer com que as pessoas mudem de comportamento”. E acrescentou que “não só evitar a destruição das florestas, mas também a educação para conservar e reflorestar as zonas destruídas”.

Neste esforço de educação, o nosso país não está sozinho. O Governo de S.Tomé e Príncipe conta, segundo este especialista, com apoio de parceiros multilaterais como a Organização das Nações Unidas, o Banco Mundial, o Banco Africano para Desenvolvimento, dentre outros, na execução do respectivo projecto.

O director Lourenço Monteiro aproveitou para enaltecer o papel da Comunicação Social na divulgação e disseminação de informações ligadas às mudanças de comportamento e à educação a favor da protecção da natureza e do ambiente. A esta propósito, mencionou as iniciativas levadas a cabo para formação específica para os jornalistas na matéria de Mudanças Climáticas, realçando a importância do uso das línguas nacionais, facto que nas suas palavras “não se pode descurar.

Segundo ainda o director Lourenço Monteiro, o contributo para a mudança de mentalidade e de comportamento deve ser estendido a participação de grupos locais nos distritos e na Região Autónoma do Príncipe, sempre atentos a preocupação, uma vez que conforme nos disse, vai passando de geração a geração.

Além de parceria com a Comunicação Social no esforço nacional de Educação Ambiental, este responsável disse que também são participantes, do Governo neste empreitada nacional, os parceiros tradicionais, nomeadamente a sociedade civil, as Organizações Não Governamentais, nomeadamente todos os que têm capacidade e meios de intervenção directa junto das comunidades que integram e para as quais trabalham.

No seu projecto estão previstas acções de formação nas comunidades e destacou, para o efeito, o veículo de mensagens através de programas e reportagens de televisão, rádio e jornais.  

Octávio Soares

 

 

 

   
 

 

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