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Lançamento do livro “Memórias Soltas” de Ana Paula Trindade

 

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Uma homenagem à vida, à família e à amizade são os ingredientes da primeira obra da autora são-tomense Ana Paula Trindade, que traz à estampa as suas “Memórias Soltas”, um livro de partilha, de sentimentos e de pensamentos que será lançado no dia 27 de março, às 15 horas, no auditório da UCCLA.

 

Com a chancela da Pena Real Editorial, o contexto geográfico de suporte ao livro “Memórias Soltas” é Angola, Portugal e São Tomé e Príncipe. 

 

 

Sinopse:

Memórias soltas é uma partilha de sentimentos, memórias e pensamentos da autora, de forma particular e inovadora. Trata-se de um livro híbrido, um misto de poesia e escrita livre, onde estão presentes a infância, a adolescência e as situações que abarcam o nosso quotidiano, e sobre as quais a autora augura dias melhores. O contexto geográfico de suporte a essa narrativa é Angola, Portugal e São Tomé e Príncipe. Este livro, a ser publicado com a chancela da Pena Real Editorial, é uma profunda dedicatória à vida, à família e à amizade; pois são estes os elementos mais presentes e que, junto ao estilo próprio, dão mais beleza aos seus poemas inéditos. A passagem por cada página deste livro é uma viagem única onde se estabelece uma cumplicidade com parte da intimidade do pensamento da autora e onde se vive a emocionante africanidade. 

 

Biografia: 

Ana Paula Trindade nasceu em 1969 em São Tomé e Príncipe, onde concluiu o ensino primário e estudou parte do liceu. Emigrou para Portugal em 1989. Após ter terminado o ensino liceal, ingressou na Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril no ano da sua abertura, 1992. Em 2001, mudou-se para Angola por motivos familiares, onde permaneceu numa vivência intensa e profunda por cerca de duas décadas. Licenciou-se em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade Lusíada de Angola. Em 2016, regressou a Portugal e passou a trabalhar por conta própria no seu ateliê de cozinha e restaurante. É casada e abençoada com três filhos; apaixonada pela culinária e pela escrita, e tem a leitura como um culto.

 Ana Bela