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Elevadíssima a taxa de mortalidade na estrada de São Tome e Príncipe 

 

21 Abril 2020

·         Nós não podemos ter 29 a 30 mortes anuais

Redução: pelo menos 5 a 7 mortes adoptes, mas a nossa taxa é elevadíssima, segundo Director da Direcção dos Transportes Terrestre António Ramos.

A segurança rodoviária é métodos e medidas para reduzir o risco de acidentes de trânsito nas vias públicas de determinado país ou região, diminuindo assim o número de pessoas feridas ou mortes.

As consequências da segurança rodoviária são já bastante visíveis em S. Tome e Príncipe. Na entrevista que concedeu ao Jornal Desafio, o director da Direcção dos Transportes Terrestres de S. Tomé e Príncipe, António Ramos, mostrou-se muito preocupado com a situação da taxa de mortalidade  no país.

 

Defendeu, por isso, que deve ser incentivada uma participação activa de todos os santomenses na consciencialização da gravidade. Que haja um combate sério com participação alargada dos “cidadãos de todos os níveis”.

 

Segundo António Ramos, a Taxa de mortalidade mais alta no mundo está na África Central,  São Tome e Príncipe encontrar-se nesta região cujo a “nossa taxa de mortalidade é superior a média da África Central” e tendo sublinhado é só para notar a gravidade da situação”.

 “A taxa é por 1000 habitantes de acordo com o número de população existente no país”, disse e adiantando, “Nós não podemos ter 29 a 30 mortes anuais” e dando exemplo “ devemos ter 5 a 7 mortes adoptes, mas a nossa taxa é elevadíssima”.

Este responsável reconhece quando se fala de segurança rodoviária, que o trabalho deve ser de todos “mesmo aqueles que não conduzem””.

 

António Ramos aconselha “ quando as pessoas atravessem as ruas sem nenhuma precaução e que evite o uso de telemóvel quando estiverem a conduzir”.

Nas palavras de António Ramos quando se fala de segurança rodoviária, não é só os sinais, os veículos, mas também os pneus, as rótulas de suspensão, também árvores que se plantam a beira da via.

 

O director de Transporte Terrestres, afirma, na sua entrevista, que  tem  notado  no país a plantação das  sidrelas perto das vias, considerando uma árvore frágil. Lembrando no período colonial, só plantavam o carroceiro que é uma árvore muito resistente ao vento.

 

A segurança rodoviária não depende só da Direcção de transportes”, lembrou e sublinhou “tem haver com  o envolvimento de toda a gente. A Segurança Rodoviária é muita coisa desde a pedra que se coloca ao longo da via que as câmaras distritais têm que tomar as medidas contra essas pessoas. A sinalização da via “também depende com a contribuição de todos”.

De acordo com o código da estrada, a responsabilidade da sinalização da via é do Instituto Nacional de Estradas - INAE, e as câmaras distritais, “mas nós temos feito este papel”, disse.

António Ramos proferiu, reunimos ultimamente com o director do INAE para ver esta situação, não só de colocação de sinais mais também outros problemas. Porque o papel da Direcção dos Transportes não é acompanhar a sinalização, “porque eles sinalizam e nós fiscalizamos”, afirmou.

“O que acontece, tem feitos estradas mas a Direcção dos Transportes só tomam conhecimentos quando as estradas são feitas. E vai pedir para sinalizar para colocar o sinal. Deve haver o envolvimento da Direcção do Transportes antes da construção de estradas”, afirma António Ramos.

Octávio Soares

 

  

 

 

 

   
 
 

 

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