AS PRAIAS DE SÃO
TOMÉ E PRÍNCIPE UM
TURISMO PERDIDO NO
OCEANO ATLÂNTICO
26-08-2008
- São Tomé e
Príncipe um espaço a
perder de vista, um
arquipélago onde as
paisagens rural se
mistura, de forma a
ímpar, com os azuis
do mar do Oceano
Atlântico, numa
harmoniosa que
encanta e convida
aos que vem por ai
desfrutar as
maravilhosas belezas
do País encantado e
verdejante.
Descubra as cores e
os aromas que
compõem a praia de
sete onda e as
praias de Fernão
dias, Governador,
Ano Bom,
Esprainha-Praia,
Lagoa Azul, a norte
e sul de São Tomé
etc, o norte e sul
de São Tomé fazem
parte de um paraíso
ao descobrir no
deserto.
Explore as reservas
das maravilhosas
praias de norte e
sul, onde terá
encontro marcado com
as paisagens que
caracterizam as
belezas deste
arquipélago bem como
as aves que os
compõem, papagaios,
muquém, falcões,
grilo, suín-suín,
entre outras
espécies, que
acrescem às inúmeras
razões para conhecer
os segredos de norte
e sul de são Tomé e
Príncipe, onde os
pássaros convivem no
seu habitat.
Entre nas florestas
e praias de São Tomé
e Príncipe e
estende-se a uma
diversidade de fauna
e flora inigualável.
Percorra os extensos
areais de fina areia
e os circuitos
ambientais que o
iniciam no mundo da
observação de aves
que são verdadeiros
prodígios da
natureza santomense.
Este é um São Tomé e
Príncipe, recortado
por falésias que se
sobrepõem no
horizonte, banhadas
por um mar sempre
calmo, mas
eternamente belo e
misterioso, com um
azul forte,
rendilhado de espuma
branca e vigiados
dos altos por bandos
de gaivotas.
Entre as marés de
salinas, praias e
arrozais, faça
passeios que apelam
a todos os sentidos
no rio Água-grande,
contador e abade. E
aproveite a
oportunidade para
confirmar nas
elegâncias dos
encantos de um
paraíso perdido.
Os papagaios da ilha
irmã do Príncipe no
estuário tornarão a
sua viagem
inesquecível as duas
ilhas do
arquipélago.
Sempre que o calor e
os ventos da gravana
que o aperte,
lembre-se que há uma
água tranquila e
transparente por
perto.
As barragens,
essenciais para a
conservação do mundo
rural, convidam à
descontracção, entre
banhos, piqueniques.
Um passeio a praia
Governador
o branco das salinas, o azul do rio, o verde das florestas, o doirado
dos areais – um
passeio pelas
margens do rio
contador é a
garantia de uma
extraordinária
experiência visual e
profissional.
Com um clima quente
e húmido, as
elegantes movimentos
das florestas que
cobrem as paisagens
deste belo manto de
cor azul, e nos
quilómetros das
praias do
arquipélago para
oferecem-lhe um mar
de sonho e um mar de
dunas que o podem
esconder da vista de
todos. Se preferir,
tem a opção das
calmas lagoas azul
de água salgada e
doce na zona norte e
sul.
Ainda nenhum homem
seguiram o curso do
Rio contador – que
corre de Norte para
o mar, ao contrário
do que é habitual em
São Tomé e Príncipe
– para aproveitar as
dádivas das
naturezas, de um
povo acolhedor
desenvolvendo
actividades como a
pesca, a exploração
de artes ou da
cultura da cana de
açúcar, Hoje em dia,
os números das
espécies de fauna,
que podem ser
avistadas nos
hectares que formam
a Reserva Natural de
São Tomé, fazem a
fama das terra
santa.
Observem os
papagaios e
andorinhas que
constroem os seus
ninhos nas torres
das instituições
estatais, em teto
das casas privadas,
tornando-se a
presença familiar
para os habitantes
que neles morram.
Para bem finalizar
esta experiência,
suba a bordo e
aprecia as
maravilhosas belezas
de um são Tomé e
príncipe de sal ou
de uma traineira e
aventuras de águas
do rio. Com um pouco
de sorte, o seu
passeio será
alegrado pelo
símbolo das marés:
as baleias, e Atum,
e outros peixes que
acompanham os barcos
com magníficos e
elegantes mergulhos
em pleno oceano
atlântico.
Os rios
da tradicional
secura da paisagem
santomense
alteraram, muitos
rios de águas
calmas, rodeadas de
verde, e que
oferecem inúmeros
prazeres aos
viajantes e mostram
uma paisagem
diferente a dos
outros países do
mundo.
Fulcrais para o
desenvolvimento do
regadio e para o
abastecimento das
povoações, as
barragens constituem
lugares
privilegiados para
desfrutar da
natureza, para a
observação da flora
e fauna ou para a
prática de desportos
aquáticos.
Pode observar patos
domésticos, e outras
aves aquáticas nos
rios, e esquecer o
resto do mundo e
saborear a sensação
do isolamento que o
montado circundante
proporciona ao
destino.
Pode banhar-se nas
praias fluviais,
passear de barco ou
mesmo fazer um
piquenique. Para a
canoagem ou na pesca
desportiva, temos a
saudosa praia Brasil
no centro da capital
que proporcionam
excelentes condições
para praticar
desportos náuticos.
O rio malanza é um
dos locais ideias
para a prática de o
desporto de
canoagem, que junta
às suas águas existe
uma esplêndida
floresta a convidar
ao repouso e à
contemplação das
paisagens de são
Tomé e não só.
A barragem do rio
guégue é também
convidativa, para
uma visita
turística. Entre os
bosques e o céu
azul, de são Tomé a
superfície espelhada
das águas presta-se
aos prazeres e ao
desafio das
actividades
aquáticas.
A cerca de alguns
km de distância da
freguesia do
distrito de Mé-Zoche,
surge um cenário
magnífico: a central
térmica de bôbô-fôro
umas das maiores
centrais térmica do
arquipélago que vem
reforçar a central
eléctrica do País.
No cimo da montanha,
onde se ergue a
Pousada de Bela
Vista, é possível
apreciar a vista
extraordinária.
Deixe-se cativar
pelo turismo rural e
repouse uns dias,
apreciando os
prazeres da vida
simples no deserto
das florestas de são
Tomé e contemplando
a natureza em todo o
seu esplendor nos
pequenos paraísos
duma ilha perdida no
canto do oceano do
golfo da Guiné.
Por: WILMÉ PINHEIRO
CORTES DE FITAS NÃO
PARA EM S. TOMÉ
26-08-2008 14:14:28
- Depois da inauguração do OCEANIC BANK SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE (OCEANIC STP),
que realizou em sete de Agosto último, Presidente Fradique de Menezes
fez corte de fitas durante uma cerimónia inaugural na nova instalação da
Companhia de Seguro. Satinsuranc, que contou com a presença do
Primeiro-ministro e Chefe do Governo, Lideres dos Partidos Políticos e
membros do corpo Diplomáticos.
A Nova Instalação vai comportar
todos os serviços desta grande companhia seguradora, é com grande prazer
que o distrito de Água Grande acolhe a inauguração de mais uma obra no
decurso do mesmo ano, depois da Pestana Equador, complexo de grande
envergadura contexto global no desenvolvimento de S, Tomé e Príncipe e
muito particularmente no Água Grande, estamos neste momento para
inaugurar a nova sede, Sat Insuranc, é bom que devemos encorajar demais
investidores a seguirem, na medida em que vêm contribuírem para melhorar
e modernizar a cidade capital, disse o Presidente da Câmara Distrital de
Água Grande, João Viegas.
Conforme
João Viegas, queira que acreditem apostar na construção deste complexo
infraestrutural tão importante em Água Grande, cujos serviços irão dar
maior garantia e confiança aos investidores face ao riscos e sinistros.
Da nossa parte, enquanto o responsável do poder local permitimos apoiar
o que for possível e continuar a desenvolver esforço para minimizar
questão da limpeza apesar da existências das pessoas a continuarem a
lançar lixos nas ruas, ignorando contentores existentes, onde devem de
facto colocar os seus lixos.
São Tomé e Príncipe, já teve uma
empresa seguradora estatal, “Compensadora”, durante um período de
interregno que decorre até 2002, resistou-se um certo entorpecimento no
que respeito a importância da actividade seguradora, o seu papel no
sistema financeiro nacional, um contexto de afirmação macro económico do
País, autoridade monetária reconhecendo a importância dessa actividade
no contexto nacional, numa altura que se preparava para o salto
qualitativo acção do sector privado, criou-se a colaboração estreita com
o Governo, para possibilitar o decreto Lei 47/98 que regula condições do
acesso de actividade reguladora, que assegura a lei paralelo no mercado.
Disse Governador do Banco Central de S. Tomé e Príncipe.
Segundo Governador, esse esforço
terminou com a licença lei 1/2001 da / 16 de Novembro ao favor da sat
Insurance. A empresa reguladora que inaugura a sua instalação, ocupa a
autorização para exploração de seguro em ramo gerais, a inauguração do
edifício represente para o País um marco importante para economia com
grande sinal, do que o sectores privado pode contribuir para a
sustentabilidade do pais.
Com a sensibilização da população
em geral, por exemplo num parque automóvel de 9000 viaturas
aproximadamente 3000 viaturas têm seguro obrigatório. Octávio Soares
RAFAEL BRANCO PROMETE TOMAR "POSIÇÃO" SOBRE ACUSAÇÕES FACE ILHÉU
DAS ROLAS
29-07-2008 - O Primeiro-ministro
de São Tomé e Príncipe Rafael Branco afirmou na (segunda-feira) passada
que vai pedir que sejam investigadas as acusações de desrespeito pelos
direitos da população das imediações de uma estância turística do grupo
português Pestana no Ilhéu das Rolas.
"Os órgãos competentes do governo irão
tomar conta da ocorrência e, no momento oportuno, daremos a nossa
posição. (...) Não tenho as informações sobre o caso específico",
afirmou o Primeiro-ministro Rafael Branco, confrontado com denúncias
saídas de um seminário, rejeitadas pelo grupo hoteleiro português
Pestana.
"Nós queremos desenvolver o turismo em
São Tomé e Príncipe, temos muita esperança que o turismo contribua para
aliviar a pobreza dos nossos cidadãos, iremos encorajar operadores a
virem investir no turismo, e naturalmente queremos que isso se faça no
quadro do respeito pelas leis do nosso país e pelas normas de direito
internacional", sublinhou.
As críticas foram feitas após uma visita
à estância do Equador Pestana por alguns participantes do seminário
Internacional sobre "Educação, Ambiente, Turismo e Desenvolvimento
Comunitário", que decorreu na capital são-tomense entre 21 e 26 de
Julho.
"Surpreendeu-nos ouvir o relato de
mulheres que têm que pegar num barco para ir lavar roupa noutro lugar
porque não podem lavar na ilha do Ilhéu da Rolas. A comunidade tem o
direito de ser inserida, ser valorizada, estimulada a vender artesanato,
e agregar valores, porque o turista que vem para a África quer ver como
vivem os africanos", afirmou a gestora ambiental brasileira Marcela
Sobral.
"A comunidade está a sofrer uma pressão
para sair, estão a ser condicionadas determinadas situações de qualidade
de vida, como corte de electricidade, corte da água, como a
impossibilidade de se deslocarem para as escolas, porque esse transporte
às vezes é feito e outra não é possível e assim as crianças não voltam à
ilha porque não têm transporte de volta", afirmou a engenheira ambiental
Mariana Cruz, também tem feito promessas de vendas da propriedade para
saírem do Ilhéu das rolas, outra participante no seminário.
Mário Freitas, professor da Universidade do Minho, defendeu o
desenvolvimento de soluções que permitam envolver a comunidade no
projecto turístico. "Vamos propor soluções ao grupo Pestana e ao próprio
governo. Vamos propor e defender que haja uma solução", disse o
professor universitário.
Manuel Fuzeta, director-geral do Pestana em São Tomé, rejeitou todas
acusações, como noutras circunstâncias em que o caso foi levantado.
O seminário foi promovido e organizado
pelo Centro de Estudos Africanos do ISCTE (CEA/ISCTE), Associação
Internacional de Investigadores em Educação Ambiental (NEREA-Investiga),
direcção-geral de Ambiente e a Direcção são-tomense de Turismo e
Hotelaria.
No final do ano passado, o grupo Pestana
admitiu cancelar o contrato de gestão do empreendimento turístico devido
a uma "campanha de desinformação na comunicação social" de que diz ser
alvo e da "miserável" ocupação desta unidade nos anos de 2006 e 2007,
que a tornam economicamente inviável, devido à falta de ligações aéreas.
O proprietário do Pestana Equador é a
empresa Rotas de África, com a qual o grupo Pestana assinou há quatro
anos um contrato para a gestão do empreendimento. Segundo o grupo
Pestana, a Rotas de África construiu casas no ilhéu das Rolas para os
habitantes quando começou a desenvolver o empreendimento turístico e o
proprietário apoiou os habitantes do ilhéu que pretendiam sair,
nomeadamente para Porto Alegre, a cidade mais próxima e apenas acessível
de barco, mas que possui posto médico, escola, ensino e empregos.
Desde 2004, "o grupo Pestana assegura o alojamento e alimentação aos
colaboradores do hotel que habitam no ilhéu, tendo, até ao momento,
realizado inúmeras acções de formação profissional", salientou a
administração, realçando que, além de existirem colaboradores residentes
no ilhéu, outros optaram por morar em Porto Alegre e continuam a
trabalhar na unidade turística.
Sobre os cortes de água e luz, de que se queixam os moradores, a
administração do grupo português afirmou que "estão a ser fornecidas aos
habitantes, em condições iguais às anteriores, sofrendo, naturalmente,
as quebras que ocorrerem na unidade". O grupo Pestana disse ainda que
"não tem autoridade para abrir ou encerrar escolas".
RAFAEL BRANCO
RECONHECEU O PROGRAMA DO SEU GOVERNO
Programa do
XIII Governo constitucional
17-07-2008
- Primeiro-ministro
são-tomense, Rafael Branco reconheceu que o programa do seu Governo está
condicionado ao tempo de execução e a conjuntura económica
internacional. O essencial é a recuperação da confiança dos cidadãos nas
instituições do Estado.
Nos últimos anos tem sido notória e
manifesta a desilusão dos cidadãos face à manifesta incapacidade dos
Governos de dar respostas concretas às suas urgentes e inadiáveis
preocupações. Tais manifestações de desconfiança em relação ao Estado e
suas instituições resultam de um incompleto conhecimento, da parte dos
cidadãos, dos graves e complexos problemas estruturais com que o País
está confronto, da sua vulnerabilidade aos choques externos
desfavoráveis mas também de um sentimento enraizado de que os Governos
actuam mais em nome de interesses outros do que em nome do bem comum.
Acresce ainda a este conjunto de factores a ideia de impunidade perante
aqueles que, investido de poderes públicos, praticam ou facilitam a
associados seus a pratica de actos lesivos do interesse actual.
Torna-se portanto imperativo que os responsáveis pela gestão do domínio
público se coloquem sempre no plano do interesse nacional e,
consequentemente, acima dos partidos e grupos de interesse e evitem
enfeudamentos a interesse a interesses estranhos ao país, a ambição do
Poder pelo Poder, as unhas-de-fome querelas pessoais que dividem e
rebaixam, e as clientelas e beneficiários do estado de desorganização em
que o país está mergulhado, factor facilitador de actos pouco
transparentes, de desperdício de recursos escassos e de corrupção.
Sublinhar este ponto não é acusar ninguém mas sim destacar a urgente
necessidade de dar início a uma nova fase na governação do país.
Sublinhar este ponto é lembrar, a começar pelo próprio Governo, que este
existe para Governar num plano suprapartidário, com firme determinação
de servir São Tomé e Príncipe, as cidadãs e cidadãos santomenses e todos
que aqui residem.
As aludidas manifestações de desconfiança em relação aos governantes
mostram claramente que os santomenses querem uma mudança nas práticas de
governação e na actuação dos políticos, desejando um novo rumo para o
país.
O Programa do XXIII Governo Constitucional tem a ambição de dar início
ao processo de restauração da confiança dos cidadãos nas instituições da
República. Tal desiderato será alcançado através da implementação de
políticas concretas, mas também de uma mudança substancial de atitude e
de comportamento na relação entre os dirigentes por um lado e, por outro
lado, entre esses e os cidadãos.
O Programa do Governo assume, de forma criativa e na medida do possível,
as contribuições dos partidos que lhe conferem apoio parlamentar,
submetendo-as naturalmente a um cronograma de execução que está
condicionado pelo horizonte temporal de cerca de 22 meses e à
conjuntura internacional de todos conhecida.
Assim o Programa de Governo que agora se apresenta pretende responder às
exigências mínimas da nossa população, nomeadamente: (i) estancamento da
degradação das suas condições de vida; (ii) igualdade de oportunidades;
(iii) solidariedade efectiva para com os que menos têm e mais sofrem; (iv)
lançamento das bases para um crescimento económico sustentado; e (v) uma
aposta acrescida no desenvolvimento humano.
Queremos propor ao país uma visão estratégica que assente nas suas
reconhecidas potencialidades assumindo com realismo e determinação
aquilo que é efectivamente possível fazer, dando continuidade as acções
em curso e que são objecto de largo consenso nacional como é o caso do
Projecto do Porto de Águas Profundas, abrindo o Governo a novas ideias e
novas formas de fazer, mobilizando novos agentes para o desenvolvimento
e com a participação empenhada de todos os cidadãos.
O programa deste Governo assume uma visão moderna do desenvolvimento
sustentável, socialmente justo, capaz de articular criação de emprego,
geração de rendimento, eficácia económica e solidariedade. A visão do
Governo encontra na economia mais do que o fundamento da independência,
o suporte da dignidade nacional.
Trata-se uma visão que pressupões, parcerias sólidas com Estados que nos
permitam uma encorajem tranquila no mundo, com aprofundamento das
relações de amizade e cooperação com os países vizinhos, abertura
ponderada ao mundo, e uma nova relação entre o Estado e a sociedade.
Em concreto trata-se de aumentar a eficiência da administração
tornando-a mais transparente e menos burocrática, garantir uma justiça
mais rápida e mais acessível ao cidadão, dar segurança a todos quantos
dela necessitam, incluindo agentes privados, melhorar a equidade fiscal
e proporcionar e estabelecer com o cidadão uma relação de confiança onde
a autoridade do Estado se afirma naturalmente no respeito pelos direitos
fundamentais do cidadão.
Factor importante neste processo é a dinamização do sector empresarial
nacional.
Precisamos urgente de criar um ambiente favorável aos negócios,
facilitando o surgimento de uma classe empresarial dinâmica e em
condições de estabelecer parcerias externas que fomentem e
desenvolvimento e a modernização do tecido empresarial do país. No que
diz respeito a participação do Estado nas Empresas o Governo considera
essencial que se entenda que é preciso abandonar a ideia de que as
referidas participações têm carácter perpétuo ou vitalício. Torna-se
necessário assumir que o Estado só deve estar presente quando for
necessário garantir o sucesso de determinado empreendimento e quando se
reconhecer nestes uma vantagens social clara.
Tão logo a vantagem social esteja assegurada ou perca a sua razão de ser
o Estado deve abandonar as suas posições fazendo-se substituir por
investidores, tanto nacionais como estrangeiros com reconhecida
capacidade ou investidores institucionais. Este processo será levado a
cabo de maneira ponderada e tendo em vista objectivos claramente
definidos.
Finalmente numa economia pequena e vulnerável como a santomense os
recursos devem ser criteriosamente mobilizados e afectados para promover
unidades produtivas eficientes adaptadas as actuais condições de
trabalho e às potencialidades reconhecidas do país.
Perante este quadro o Governo, consciente e humildemente, assume que não
tem condições para resolver todos os estrangulamentos e problemas que o
país enfrenta no horizonte limitado do seu mandato e elege as seguintes
prioridades para a sua actuação:
-
segurança
-
Infra-estruturas, Água e Energia
-
Turismo
A eleição destas prioridades não significa de modo algum subalternidade
de sectores tão vitais como a Defesa e Segurança, Estabilização
Macroeconómica, Justiça ou, Desenvolvimento Humano. A convicção do
Governo é que a melhoria do desempenho em qualquer dos sectores
referidos é factor decisivo para alcançar as metas traçadas para os
sectores referidos é factor decisivo para alcançar as metas traçadas
para os sectores eleitos como prioritários.
Perante os desafios de natureza tão diversa e complexa que
caracterizaram o surgimento do XII Governo e às expectativas entretanto
geradas, numa conjuntura internacional altamente desfavorável, a
coordenação da actividade dos diferentes sectores deve ser um
imperativo de eficiência tornando-se necessário para tal estabelecer
prioridades claras em cada sector bem como mecanismos de articulação que
garantam o prosseguimento de políticas e acções integradas e uma
melhor convergência de esforços internacionais.
Diante do exposto o Programa do Governo articular-se –á em torno dos
seguintes 4 eixos:
A-
Resgatar a confiança do
cidadão nas instituições do estado;
B-
Estancar a degradação
económica e social;
C-
Lançar as
infra-estruturas fundamentais ao crescimento económica;
D-
Desenvolvimento Humano.
Octávio Soares
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