Director: Octávio Soares - Contacto: 00239 9923140 - E-mail:jornaltropical05@hotmail.com / tropical05@hotmail.com - www.jornaltropical.st

 
 
Publicidades
Afriland First BanK- O Banco de confiança

Transferir STome_logo_cmyk.jpg (1075,9 KB)

PESTANA SÃO TOMÉ
OCEAN & SPA HOTE

Grupo Pestana em São Tomé garante a qualidade dos serviços aos seus clientes  

siga-nos no Facebook

https://www.facebook.com/SaoTomePestana

 

 

SãoTomé e Príncipe:

 PM reconhece desacordo na cooperação com Lisboa

 

10 Janeiro 2017 São Tomé - O Primeiro-Ministro são-tomense, Patrice Trovoada, reconheceu nesta segunda-feira, que São Tomé e Príncipe e Portugal estão em desacordo quanto à execução do Programa Estratégico de Cooperação (PEC,) assinado em Setembro do ano passado, noticiou a Lusa.

"É preciso que toda a gente perceba que este Governo quer um pouco mais de resultados e coisas talvez um pouco diferentes. Nós estamos habituados a fazer as coisas da mesma maneira e nunca querer a inovação, nunca querer transformação", explicou Patrice Trovoada, em declarações a Rádio e Televisão públicas são-tomenses.

O primeiro-ministro defendeu "a excelência" das relações entre os dois países, mas reconheceu que nem tudo vai bem.

"O PEC era para quatro anos, e a parte portuguesa, devido às suas dificuldades, passou-o para cinco anos. Um programa de cooperação que era para quatro anos agora ficou para cinco anos. Durante nove meses nós não tínhamos programa de cooperação", explicou.

De acordo com Patrice Trovoada "todo 2016 foi um ano branco, mas o país não parou. Parou?, não, o país continuou" acrescentou, sublinhando que devido a esse "período branco" de falta de financiamento português, o seu Governo tinha que encontrar outro "caminho para sustentar os projectos, sobretudo o Projecto Saúde para Todos".

O primeiro-ministro são-tomense indicou que no rol dos programas de cooperação financiados pelo PEC, os sectores da saúde e justiça estão a ser prejudicados por falta de entendimento entre os governos dos dois países.

Explicou que aquando da assinatura do novo PEC, o seu Governo queria fazê-lo "já com um formato diferente em que há projectos, há montante de financiamento, há um período definido, etc.", mas "Portugal quis uma outra filosofia e houve que fazer cedências".

"Há sectores em que nós colocamos a nossa proposta na mesa, Portugal faz uma contra proposta e vamos ver como é que é. Ao nível da justiça fizemos uma proposta, Portugal disse que não estava disponível e propôs outras coisas, vamos ver se dizemos que sim ou que não", disse o chefe do Governo são-tomense.

O Primeiro-ministro são tomense acrescentou que "vão de novo discutir até que se chegue naquilo que pensam ser bom para Portugal e para São Tomé e Príncipe. Dentro de mais algumas semanas penso que todos os sectores chegarão a um entendimento e poderemos assinar os projectos específicos. disse.

O embaixador português em São Tomé e Príncipe disse que o Governo português pretende implementar "uma nova filosofia" na implementação do acordo de Parceria Estratégica de Cooperação (PEC) entre os dois países.

"O que é importante reter nessa Parceria Estratégia é uma filosofia nova que queremos implementar, no sentido de tornar muito claro que os interesses são mútuos, a intervenção tem que ser também dos dois lados, pois a cooperação é uma avenida com dois sentidos", disse Luís Gaspar da Silva, no final de uma audiência em finais de Outubro com o Presidente são-tomense, Evaristo Carvalho.

Extr. Angop

 

 

 

 

 

   
 

 

CERVEJEIRAROSEMA 

 

   

Transferir STome_logo_cmyk.jpg (1075,9 KB)

   

   
Câmara Distrital de Água Grande    

LUMEN  CRISTO Limitada 

   
 
 
Jornal Tropical | Todo Direito reservado | Av. Marginal 12 de Julho | São Tomé e Príncipe | jornaltropical05@hotmail.com - 00239 9923140